SEO
September 10, 2026

Como usar o Search Console para SEO: palavras-chave em 30 minutos

Como usar o Search Console para SEO: 6 filtros com regex prontos para achar palavras-chave, CTR baixo e posições 8 a 20 e virar pauta em 30 minutos.
Símbolo da PIPA Marketing

Para usar o Google Search Console na busca de palavras-chave, abra o relatório Desempenho > Resultados da pesquisa, selecione os últimos 3 meses, ative cliques, impressões, CTR e posição média e aplique seis filtros: consultas entre as posições 8 e 20, consultas com muitas impressões e CTR baixo, perguntas (com regex), consultas sem página dedicada, consultas que cresceram na comparação de períodos e consultas de intenção comercial. Com prática, o levantamento cabe em 30 minutos.

A vantagem sobre qualquer ferramenta paga é a origem do dado. O Search Console mostra as buscas reais em que o seu site já apareceu no Google, com impressões e cliques medidos pelo próprio Google. São termos em que o site já tem algum sinal de relevância, e por isso tendem a responder mais rápido a uma atualização de conteúdo do que um tema começado do zero.

Este tutorial mostra como preparar o relatório, o passo a passo de cada filtro (com as expressões regulares prontas para copiar), como transformar a lista em pauta e em atualização de páginas, os limites do dado que você precisa conhecer e os erros que fazem a análise apontar para o lugar errado.

Por que o Search Console é a melhor fonte de palavras-chave do seu próprio site

Ferramentas de pesquisa de palavras-chave trabalham com volume de busca estimado a partir de painéis e modelos. Já o Search Console registra impressões, cliques e posição do seu site na Pesquisa Google. Para decidir o que atualizar e o que criar em um site que já tem conteúdo, esse é o dado mais próximo da realidade.

O relatório também revela consultas que nenhuma ferramenta externa lista, principalmente as de cauda longa, em português e específicas do seu setor. Em empresas B2B, é comum que as consultas mais valiosas tenham pouco volume e intenção de compra clara.

Os limites do dado que você precisa conhecer

  • Só aparece o que já teve impressão. O Search Console não mostra termos em que o site nunca apareceu. Para temas novos, a pesquisa continua dependendo de outras ferramentas.
  • A exportação tem teto. Segundo a ajuda sobre exportação de dados, o arquivo é truncado em mil linhas de exemplos representativos. Sites grandes precisam filtrar antes de exportar ou usar a exportação de dados em massa para o BigQuery.
  • Existem consultas anônimas. A própria documentação da exportação em massa informa que ela traz todos os dados de desempenho disponíveis, exceto as consultas anônimas. Ou seja, a soma das consultas visíveis não fecha com o total do gráfico.
  • Posição média é a média da melhor posição. A ajuda sobre como as métricas são contadas explica que a posição considera o resultado mais alto do site em cada impressão. Nas visões gerais criadas por IA, todos os links recebem a mesma posição.

Preparação: como configurar o relatório de desempenho em 3 minutos

O relatório fica em Desempenho > Resultados da pesquisa no menu lateral. A ajuda oficial em português o chama de "Relatório de Performance (resultados da Pesquisa)". Antes dos filtros, deixe a base assim:

  1. Tipo de pesquisa: Web. É o padrão e o tipo que reúne as buscas por páginas de texto.
  2. Data: últimos 3 meses. Três meses equilibram volume de dados e atualidade. Para sites com pouco tráfego, use 6 meses.
  3. Ative as quatro métricas clicando nos quadros de total de cliques, total de impressões, CTR média e posição média. Assim, a tabela abaixo do gráfico mostra as quatro colunas.
  4. Filtre o país se a empresa vende só no Brasil. Clique em "+ Adicionar filtro", escolha País e selecione Brasil.
  5. Exclua as buscas pela marca. Adicione um filtro de consulta do tipo Personalizada (regex), escolha "Não corresponde ao regex" e digite as variações do nome da empresa separadas por barra vertical, por exemplo pipa marketing|pipamarketing|pipa seo.

A ajuda de filtragem e comparação avançadas informa que o Search Console usa a sintaxe RE2 nas expressões regulares. Os exemplos deste artigo seguem essa sintaxe.

Os 6 filtros do Search Console para encontrar oportunidades de palavras-chave

Cada filtro abaixo leva cerca de 4 a 5 minutos e gera uma lista curta. Exporte cada lista (botão de exportação, com opção de Planilhas Google, Excel ou CSV) ou copie as linhas para uma planilha única.

Filtro 1: consultas entre as posições 8 e 20

São as consultas em que o site aparece no fim da primeira página ou na segunda. O Google já considera a página relevante, e uma melhoria de conteúdo, título ou links internos pode ser suficiente para subir algumas posições.

Como fazer: na aba Consultas, use o ícone de filtro da tabela para mostrar só as linhas com posição maior que 7,9 e menor que 20,1. Se preferir, exporte para Planilhas Google e aplique o filtro na coluna de posição. Ordene o resultado por impressões, do maior para o menor.

O que fazer com a lista: para cada consulta, clique na linha e abra a aba Páginas para ver qual URL aparece. Anote a consulta, a página, as impressões e a posição. As consultas com mais impressões e intenção próxima do que a empresa vende vão para o topo da fila de atualização.

Filtro 2: muitas impressões e CTR baixo

Uma consulta com milhares de impressões e poucos cliques indica que o resultado aparece e não convence. As causas mais comuns são título genérico, descrição que não responde à busca e posição abaixo de outros elementos da página de resultados.

Como fazer: ainda na aba Consultas, ordene por impressões e filtre as linhas com CTR abaixo da média do próprio site (o valor aparece no quadro de CTR média do gráfico). Compare sempre consultas com posição parecida, porque o CTR cai naturalmente conforme a posição piora.

O que fazer com a lista: pesquise cada consulta no Google em janela anônima. Se o título do concorrente é mais específico, reescreva o seu. Se há uma visão geral criada por IA respondendo a dúvida no topo, o ganho de CTR tende a ser limitado, e vale priorizar ser a fonte citada nela. O texto sobre as diferenças entre SEO, GEO e AEO aprofunda esse ponto.

Filtro 3: perguntas que o público faz (regex)

Consultas em forma de pergunta mostram dúvidas reais do público e viram seções de artigo, perguntas frequentes e pautas novas.

Como fazer: adicione um filtro de consulta Personalizada (regex), escolha "Corresponde ao regex" e cole a expressão abaixo.

^(como|o que|qual|quais|quanto|quanta|quando|onde|por que|porque|para que|pra que|vale a pena|é possível|existe|pode)\s

A expressão pega consultas que começam com essas palavras. Para achar perguntas no meio da consulta também, retire o acento circunflexo (^) do início. Ordene por impressões e observe os temas que se repetem.

O que fazer com a lista: agrupe as perguntas por tema. Perguntas sobre um assunto que já tem página viram H2 ou item de FAQ nessa página. Grupos de perguntas sem página correspondente viram pauta nova.

Filtro 4: consultas sem página dedicada

Muitas vezes a página que aparece para uma consulta não foi feita para ela. A home aparece para o nome de um serviço, um artigo de blog aparece para uma busca de contratação, uma página institucional aparece para uma dúvida técnica. Nesses casos, o site fica preso em posições medianas porque nenhuma página responde de forma completa.

Como fazer: vá para a aba Páginas e clique na home (ou em uma página genérica, como a de serviços). O relatório passa a mostrar só dados daquela URL. Volte à aba Consultas e liste o que ela recebe. Consultas que descrevem um serviço, um problema ou um setor específico são candidatas a página própria.

Variação útil: clique em uma consulta importante e abra a aba Páginas. Se duas ou mais URLs dividem as impressões, pode haver disputa entre elas pela mesma busca. Anote para decidir entre consolidar e diferenciar.

O que fazer com a lista: consultas comerciais sem página dedicada costumam ser as oportunidades de maior impacto em negócio, porque a página nova nasce alinhada à intenção de quem quer contratar.

Filtro 5: comparação de períodos para achar consultas em alta e em queda

A comparação mostra o que está mudando. Consultas que cresceram indicam demanda nova ou páginas que começaram a ganhar posição. Consultas que caíram indicam conteúdo envelhecendo ou concorrente passando à frente.

Como fazer: no filtro Data, abra a guia de comparação e escolha "Comparar os últimos 3 meses ao período anterior" (ou ao mesmo período do ano anterior, se o setor tem sazonalidade). A tabela ganha colunas de cada período e de diferença. Ordene pela diferença de impressões para ver o que cresceu e pela diferença de cliques para ver o que perdeu.

O que fazer com a lista: consultas em alta sem página forte viram pauta prioritária. Páginas com perda de cliques e sem mudança técnica na mesma data entram na fila de atualização. O mesmo raciocínio é usado para medir o tempo de resposta do SEO depois de cada ajuste.

Filtro 6: intenção comercial e cauda longa

Para B2B, a consulta mais valiosa raramente é a de maior volume. Buscas com preço, contratação, comparação ou nome de setor trazem menos visitas e mais oportunidades.

Como fazer: filtre as consultas com a expressão abaixo e ajuste as palavras ao seu mercado.

(preço|preco|valor|quanto custa|contratar|empresa|agência|agencia|consultoria|fornecedor|melhor|melhores|comparação|comparativo|vs|alternativa|para empresas|b2b)

Para cauda longa, use a expressão que retorna consultas com cinco palavras ou mais. Elas costumam revelar contexto e dor específica do comprador.

^(\S+\s){4,}\S+$

O que fazer com a lista: marque as consultas com intenção de contratação. Elas orientam páginas de serviço, comparativos e casos de uso, que são os formatos que mais conversam com a etapa de decisão.

Como transformar a lista em pauta e em atualização de conteúdo

O valor do levantamento aparece quando as seis listas viram uma planilha única, com uma ação decidida para cada linha.

A planilha de oportunidades

Use uma aba única com estas colunas: consulta, filtro de origem, página que ranqueia hoje, impressões, cliques, CTR, posição, intenção (informacional, comercial ou de contratação) e ação.

As quatro ações possíveis

  • Atualizar: a página certa já existe e está entre as posições 8 e 20 ou com CTR baixo. Reforce a resposta, inclua a consulta e as perguntas relacionadas, revise título e descrição e acrescente links internos.
  • Criar: não existe página para a intenção. A consulta vira pauta, com o grupo de perguntas do filtro 3 como base das seções.
  • Consolidar: duas páginas dividem a mesma consulta. Una o conteúdo na mais forte e redirecione a outra com 301.
  • Ignorar: consulta sem relação com o negócio ou com intenção que a empresa não atende.

Como priorizar

Ordene primeiro pela intenção (contratação antes de informacional) e depois pela distância do topo (posição 9 antes de posição 19). Um exemplo hipotético, apenas para ilustrar: uma consulta "consultoria de seo para saas" com 300 impressões na posição 11 costuma valer mais para uma agência B2B do que "o que é seo" com 5.000 impressões na posição 18.

Para decidir o que vira pauta nova, o artigo sobre como escolher pautas de blog complementa este processo com critérios de negócio.

Passo a passo: o roteiro completo de 30 minutos

  1. Minutos 0 a 3: abra Desempenho > Resultados da pesquisa, selecione Web, últimos 3 meses, as quatro métricas, país e exclusão de marca.
  2. Minutos 3 a 8: filtro 1, consultas entre as posições 8 e 20, ordenadas por impressões. Anote as 15 primeiras com a página que ranqueia.
  3. Minutos 8 a 12: filtro 2, impressões altas com CTR abaixo da média do site. Anote as 10 primeiras.
  4. Minutos 12 a 16: filtro 3, perguntas com regex. Agrupe por tema.
  5. Minutos 16 a 20: filtro 4, consultas da home e de páginas genéricas. Marque as que merecem página própria.
  6. Minutos 20 a 24: filtro 5, comparação com o período anterior. Anote as que mais cresceram e as páginas que mais perderam cliques.
  7. Minutos 24 a 27: filtro 6, intenção comercial e cauda longa.
  8. Minutos 27 a 30: consolide na planilha, defina a ação de cada linha e escolha as cinco primeiras para executar no mês.

Repita o roteiro uma vez por mês. A comparação entre levantamentos mostra se as páginas atualizadas subiram e alimenta a próxima rodada de pautas.

Novidades de 2025 e 2026 que ajudam na análise

Relatório de performance da IA generativa

O Search Console passou a oferecer o Relatório de performance da IA generativa (Pesquisa), com impressões de links do site em visões gerais criadas por IA e no Modo IA, organizadas por página, país, dispositivo e data. Segundo o Search Engine Land, a disponibilização para todas as propriedades terminou em 31 de agosto de 2026, e o relatório não traz dados de cliques.

Para a pesquisa de palavras-chave, ele ajuda a ver quais páginas já aparecem nas respostas de IA. Cruze com o filtro 3: páginas com muitas impressões em IA e perguntas relacionadas no relatório de resultados da pesquisa são boas candidatas a reforço de conteúdo.

Configuração com tecnologia de IA

Em dezembro de 2025, o Google anunciou no blog do Search Central uma configuração com tecnologia de IA para o relatório de resultados da pesquisa. Você descreve a análise em linguagem natural e o sistema aplica filtros, comparações e métricas.

Conforme a cobertura do Search Engine Journal, o recurso foi liberado de forma gradual para um conjunto limitado de sites, não ordena tabelas nem exporta dados, e o Google recomenda revisar os filtros sugeridos porque a IA pode interpretar mal o pedido. Se ele estiver disponível na sua propriedade, serve de atalho para os filtros deste tutorial, sempre com conferência manual.

Erros comuns ao usar o Search Console para pesquisa de palavras-chave

  • Olhar só os últimos 28 dias. O período padrão tem poucos dados para consultas de cauda longa. Três meses dão uma leitura mais estável.
  • Tratar posição média como posição fixa. Ela é uma média do melhor resultado em cada impressão e varia por dispositivo, país e personalização. Leia a métrica como uma faixa aproximada.
  • Comparar CTR entre posições diferentes. CTR baixo na posição 15 é esperado. A comparação só faz sentido entre consultas com posição parecida.
  • Esquecer de excluir a marca. Buscas pelo nome da empresa têm CTR e posição muito melhores e distorcem médias e prioridades.
  • Criar página nova para cada consulta. Variações da mesma intenção devem ser atendidas pela mesma página. Criar uma URL por variação gera disputa interna.
  • Priorizar só por volume. Em B2B, num exemplo hipotético, a consulta de 50 impressões com intenção de contratação pode gerar mais negócio do que a de 5.000 impressões informacionais.
  • Atualizar sem registrar a data. Sem saber quando a página mudou, não dá para usar a comparação de períodos para medir o efeito.

Bastidor: como esse levantamento entra na rotina de SEO da Pipa

Na gestão de SEO, esse tipo de leitura do Search Console alimenta a fila de atualização e de pautas, e cada página alterada ganha data registrada para medir o efeito na comparação seguinte. A priorização parte da intenção de negócio de cada consulta, com o volume de impressões como critério de desempate.

Os cases mostram por que medir além do tráfego. Na Britannica Education, o tráfego orgânico dobrou em 9 meses e os MQLs cresceram 70%. A GWCloud somou 85% de crescimento orgânico a uma queda de 32% no custo por oportunidade, sem aumento de verba. Os dados vêm de GA4, Search Console e CRM dos clientes, e a leitura sempre coloca oportunidades ao lado das visitas.

Quando o time interno precisa produzir o que a análise aponta, a produção de conteúdo SEO transforma a planilha de oportunidades em páginas publicadas.

Checklist: oportunidades de palavras-chave no Search Console

  • Relatório em Desempenho > Resultados da pesquisa, tipo Web.
  • Período de 3 meses (ou 6 meses para sites com pouco tráfego).
  • Quatro métricas ativadas na tabela.
  • País filtrado, se a operação é só nacional.
  • Consultas de marca excluídas com "Não corresponde ao regex".
  • Lista de consultas entre as posições 8 e 20, com a página que ranqueia.
  • Lista de consultas com impressões altas e CTR abaixo da média.
  • Perguntas extraídas com regex e agrupadas por tema.
  • Consultas da home e de páginas genéricas revisadas.
  • Consultas divididas entre duas URLs anotadas.
  • Comparação de períodos feita, com consultas em alta e páginas em queda.
  • Consultas comerciais e de cauda longa marcadas.
  • Planilha única com ação definida para cada linha.
  • Cinco prioridades do mês escolhidas por intenção e posição.
  • Data de cada atualização registrada para a próxima comparação.

Perguntas frequentes sobre usar o Search Console para SEO

O Search Console mostra o volume de busca das palavras-chave?

Não. Ele mostra impressões, que é quantas vezes o site apareceu para uma consulta, e isso depende da posição do site. Uma consulta com poucas impressões pode ter volume alto se o site estiver na terceira página. Para volume estimado de termos em que o site não aparece, é preciso usar ferramentas de pesquisa de palavras-chave.

Como ver as palavras-chave que trazem tráfego para o meu site?

Abra Desempenho > Resultados da pesquisa e clique na aba Consultas, abaixo do gráfico. A tabela lista as buscas com cliques, impressões, CTR e posição média. Para ver as consultas de uma página específica, clique na aba Páginas, selecione a URL e volte para a aba Consultas.

Como exportar mais de mil linhas do Search Console?

A exportação pelo botão da interface é truncada em mil linhas. Para ir além, filtre antes de exportar (por pasta, país ou regex), use o conector do Search Console no Looker Studio ou configure a exportação de dados em massa para o BigQuery, que traz os dados de desempenho disponíveis, exceto as consultas anônimas.

O que é uma boa posição média no Search Console?

Não existe um número ideal para o site inteiro. Para achar oportunidades, as consultas entre as posições 8 e 20 são as que mais se beneficiam de atualização, porque a página já é considerada relevante. Como a métrica é uma média do melhor resultado em cada impressão, observe a tendência ao longo do tempo e a posição por consulta, e não a média do site inteiro.

Qual regex usar para encontrar perguntas no Search Console?

Use um filtro de consulta Personalizada (regex) com a opção "Corresponde ao regex" e uma expressão que liste as palavras de pergunta, como ^(como|o que|qual|quais|quanto|quando|onde|por que|porque|para que)\s. O acento circunflexo limita às consultas que começam com essas palavras. Retire-o para incluir perguntas no meio da consulta.

De quanto em quanto tempo devo fazer essa análise?

Uma vez por mês funciona para a maioria dos sites B2B. O intervalo dá tempo para as atualizações surtirem efeito e permite comparar períodos com dados suficientes. Sites com muito conteúdo ou muitas publicações podem repetir os filtros 1 e 5 a cada duas semanas.

O próximo passo

Se o levantamento mostrou mais oportunidades do que o time consegue executar, ou se você quer confirmar as prioridades antes de investir em conteúdo, a Pipa analisa o seu Search Console e devolve a lista de consultas com ação e ordem de execução. Para aprofundar os fundamentos, o guia de SEO está disponível para download.

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